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sábado, 8 de setembro de 2007

SE MEU OLHAR

Autor: Daniel Pereira da Silva

Junho de 2004

Se meu olhar soubesse falar,

Para com olhar te dizer,

O que a voz não consegue expressar,

O que vejo em você!

Se você pudesse entender,

E me responder com o olhar,

Que teu amor é grande,

Maior do que posso pensar.

Saberias que me sinto fraco,

Sem forças para expressar,

Tudo que quero para você,

Até ouvir seu pensar.

Há se eu conseguisse!

Faria cumprir seus desejos,

E se fosse possível,

Só com amor e beijos.

Nos teus momentos de dor,

Para mim as faria vir,

Veria teus olhos brilhando,

No teu rosto um alegre sorrir.

Mas isto não é possível,

Mas eu gostaria de poder,

Sentiria a tua dor,

E ficaria comigo teu sofrer.

Mas sei que teu olhar é,

Da vida Toda expressão,

Sinto no teu olhar e sorrir,

Cada palpitar de meu coração.

E por não ter palavras,

Meus olhos dizem, Sueli.

Te amo, te amo, te amo,

Te amo, amo teu sorrir..

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

NASCIMENTO VIDA E MORTE DE JESUS

NASCIMENTO VIDA E MORTE DE JESUS

I

Lá em Belém,

Há muitos e muitos anos atráz.

Nasceu um menino,

O príncipe da paz.

II

Não nasceu num palácio,

Nem em uma luxuosa moradia,

Nasceu numa manjedoura,

Numa humilde estrebaria.

III

Mal chegara ao mundo,

O superior aos Lordes,

O superior aos Reis,

Deseja-lhe a vida, Herodes.

IV

Mas, um Anjo do Senhor,

Previne a seu pai José,

Que leva para o Egito,

O futuro Jesus de Nazaré.

V

E quando Herodes morreu,

Um Anjo foi lhes avisar,

Que Herodes havia morrido,

Podiam regressar.

VI

Nesta época, tinha Jesus, doze anos.

E no caminho ao passar por um templo,

Resolveu entrar.

Horas depois, seus pais aflitos a o procurar,

Foram encontra-lo aos sábios a ensinar.

VII

Fez muitos milagres,

Há males que curou,

A salvação das almas,

E a Lázaro... a Lázaro... ressuscitou.


VIII

Depois de tanto trabalho,

Tanto ter sofrido,

E mesmo humilhado,

Por Judas foi traído.


IX

Foi então preso,

Levado a julgamento,

Para que os homens

Desse-lhe mais sofrimento.

X

Pôncio Pilatos,

Nenhum delito encontrou,

Lavando suas mãos,

Ao povo o entregou.

XI

Ainda não satisfeitos,

O humilharam ainda mais,

Prenderam-no,

Em lugar de Barrabás.

XII

Pelos Judeus foi espancado,

Mesmo assim não reclamou,

E pelos bens e milagres que fez,

Uma coroa de espinho Ganhou.

XIII

Foi então levado ao calvário,

Para morte de cruz,

E já pregado ao madeiro,

Olha o povo uma vez mais,...

E elevando os olhos aos céus suplica.

Pai perdoa, não sabem o que faz.

XIV

Após Cristo entregar o Espírito ao Pai,

José de Arimatéia o corpo levou,

Baixou seu corpo a sepultura,

E com uma pedra o lacrou.

XV

E ao terceiro dia,

Maria Madalena a Cristo procurou,

E um anjo lhe disse;

“Não está aqui já ressuscitou.”

XVI

Mas os homens desconhecem

Estes grandes fatos,

Lavam suas mãos,

Como fez Pôncio Pilatos.