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terça-feira, 25 de setembro de 2007

SUELI, UMA JÓIA RARA.


Fevereiro de 1992

Autor:Daniel Pereira da Silva

Hoje, comecei a pensar... a pensar em você. Aliás, faço isso todos os dias. Porem hoje é diferente... Hoje é diferente porque é 11 de fevereiro do ano da graça de 1992, dia que você completa mais um ano de vida concedido pelo nosso Deus.

Começo então a rebuscar na memória a primeira vez que a vi. Tu te lembras? Nós ainda crianças eu na rua você em sua casa na roça, na reta do rio grande. Não é disso que quero falar, tínhamos talvez 12 ou 13 anos de idade. Não podíamos nem imaginar que estávamos reservados pelo criador, para formarmos um par.

Só que o criador que a todos conhece deu-me um diamante.é verdade um diamante bruto. Ele assim o fez porque sabia que eu precisava aprender a trabalhar este diamante.

Diamante este que eu não podia nem imaginar o valor.

Foi com este presente que o criador me deu, que aprendi... Aprendi a ser pai, esposo, amigo... e fico a imaginar o tempo perdido, quando em minha ignorância, no pedestal da arrogância não sabia nem via, que jóia tão rara não se encontra todo dia.

Por isso hoje... Nesta data... Estou aqui sem saber o que fazer ou falar a você, para demonstrar toda minha admiração... Afeto... Carinho... Sinceramente não sei... Só sei que te amo... Te amo... Muito... Muito...

Meus parabéns pelo dia de hoje.

Deste seu e somente seu Daniel Pereira da Silva.

sábado, 15 de setembro de 2007

A OVELHA


Autor: Pr. Daniel Pereira da Silva

Estamos pensando muito no que você pode estar pensando, a respeito daquele que morreu na cruz por nossos pecados. Você tem suas idéias e nós também, porém nossas idéias e maneira de pensar não podem de maneira nenhuma comprometer a nossa salvação.

Certa vez ouvi uma história que falava a respeito de um redil onde todas ovelhas eram bem cuidadas e outros redis que isto não acontecia. No entanto uma das ovelhas daquele redil farto, certo dia ao olhar a distância, para umas ovelhas, que aparentavam a distância que eram feliz, começou a achar que o redil onde ela estava não era bom. Suas companheiras eram muito submissas aceitavam não se espalhar pelos campos para se fartar do que ela estava vendo. Um campo com um lindo pasto e com toda imensidão para andar pular e comer o que quisesse, arrumar novas companheiras e fazer o que quisesse.

Ela então, começou a procurar se juntar às ovelhas do outro redil. No início ela saia, mas voltava, reclamava que aquele redil não era bom, não tinham liberdade.Qual era a graça ter de tudo e não poder ser dona de seu nariz, andar por onde bem entendesse?

Suas companheiras tiravam de seu pêlo alguns carrapichos, perguntavam onde ela esteve, o que comeu, mas ela não se importava estava as achando muito chatas. Dizia que lá tinha liberdade para andar por onde quisesse e comer de tudo que tinha no campo. Que elas não se preocupassem com ela. Ela sabia se cuidar. Um dia, ela saiu e não voltou. Suas companheiras tristes todos os dias ficavam olhando para ver se ela voltava. Ansiosas.

Aquela ovelha foi muito bem recebida no outro redil, elas estavam orgulhosas de ter recebido entre elas ovelha tão diferente. Foi ensinada a subir e descer montanhas. A não se importar com alguns carrapichos, nem os espinhos que às vezes lhe feriam, ou com as ervas daninhas que algumas vezes comia. A não se importar com os tombos, eram coisas pequenas, não tinha importância, não acontecia nada. E assim o tempo foi passando e suas novas companheiras se acostumaram com ela e não sentiam mais orgulho de ter entre elas uma ovelha que pertenceu aquele redil cheio de fartura e que não se misturava. Ela deixou de ser novidade estava igual a elas. O pêlo sujo cheio de carrapicho e algumas feridas dos tombos. Ela acabou ficando sozinha, alguns procedimentos de suas novas companheiras não estavam em concordância com o que aprendera no antigo redil. E sozinha começou a subir montes e comendo do pasto que ela tanto admirava, suas folhas já não eram tão verdes e tinha muito mais ervas daninhas do que havia encontrado quando chegou, mais perigosa do que as que lhe foram mostradas. Certo dia ela saiu com suas companheiras, mas cada uma foi para o lugar que achavam melhor e a nossa ovelha agora reparou que ali não havia união e que era cada um por si. Tentou por si só achar novas companheiras, mas não foi possível e um dia procurando pasto para se alimentar comeu ervas daninhas que lhe fizeram muito mal. Saiu cambaleando caiu se feriu e não conseguiu apoio entre as novas companheiras, elas não cuidaram de suas feridas. Então fraca, ferida, resolveu voltar ao antigo redil, e ao ser vista a distância suas antigas companheiras correram a pegaram no colo e levaram para ser cuidada, tirar os carrapichos, lavar, curar suas feridas, ensinar como viver ali, pois ela já não sabia.

E nós estamos te aguardando pedindo a Deus para não te deixar ir para outro redil. Tenha certeza, se você for estaremos te procurando. Esperando não te encontrar suja, com carrapichos, envenenada e ferida. Não abandone este redil.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

O MESTRE DE MÚSICA



Autor: Daniel Pereira da Silva (1984)

A Luta de um maestro, é alguma coisa fora de série. Vocês já viram? Tiveram oportunidade de acompanhar um simples ensaio?...já?... então se você já acompanhou, ao final do ensaio, você só não reparou em uma pessoa, no mestre. Por isso sou capaz de dizer, nem percebeu isto que vou lhe falar.


I

Ao Inicio de um ensaio,

O mestre já pediu a Deus,

Que lhe dê sabedoria divina,

Para sem exaltação ensinar aos seus.


II

Então ele distribui as partituras,

Faz considerações gerais, ritmo, tom.

Da uma olhada geral todos podem começar,

Atenção! e a batuta sobe, desce, sobe,

Apenas alguns começaram a tocar.


III

Então novamente uma olhada geral,

Então a batuta volta a subir...

E ele não perde a esperança,

Pois seu trabalho é feito,

Com muita luta e perseverança.


IV

Após os primeiros compassos,

Da partitura ensinar,

Com o coração cheio de esperança,

Acha que todos vão acertar.


V

Novamente a marcação... avisar...

A batuta recomeça a subir a descer.

Desta vez tudo perfeito,

Podes ver em sua face o prazer.


VI

E ele começa a se deliciar,

Com de cada instrumento o som,

Quando seus ouvidos experientes,

Percebem uma nota fora do tom.

VII

As vezes ele para na hora,

E com calma e abnegação,

Corrige aquela falha,

Para que haja perfeição.


VIII

Isto acontece 1, 2, 3 vezes ou mais.

Seus braços estão cansados.

Mas não desiste, recomeçar, avisar,

A batuta volta a se movimentar,

Mas todos continuam parados,


IX

Seu semblante decai, está cansado.

Se alguém demonstra vontade de continuar,

Sua forças renascem,

Tom, marcação avisar.


X

Agora sim, ele foi recompensado,

A execução está perfeita, há harmonia.

A batuta em sua mão, parece ter vida,

E seu rosto brilha de alegria.


XI

E isto me faz lembrar,

Que toda abnegação e amor,

São dados por nosso Deus,

É obra do criador.

FIM

sábado, 8 de setembro de 2007

SE MEU OLHAR

Autor: Daniel Pereira da Silva

Junho de 2004

Se meu olhar soubesse falar,

Para com olhar te dizer,

O que a voz não consegue expressar,

O que vejo em você!

Se você pudesse entender,

E me responder com o olhar,

Que teu amor é grande,

Maior do que posso pensar.

Saberias que me sinto fraco,

Sem forças para expressar,

Tudo que quero para você,

Até ouvir seu pensar.

Há se eu conseguisse!

Faria cumprir seus desejos,

E se fosse possível,

Só com amor e beijos.

Nos teus momentos de dor,

Para mim as faria vir,

Veria teus olhos brilhando,

No teu rosto um alegre sorrir.

Mas isto não é possível,

Mas eu gostaria de poder,

Sentiria a tua dor,

E ficaria comigo teu sofrer.

Mas sei que teu olhar é,

Da vida Toda expressão,

Sinto no teu olhar e sorrir,

Cada palpitar de meu coração.

E por não ter palavras,

Meus olhos dizem, Sueli.

Te amo, te amo, te amo,

Te amo, amo teu sorrir..

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

NASCIMENTO VIDA E MORTE DE JESUS

NASCIMENTO VIDA E MORTE DE JESUS

I

Lá em Belém,

Há muitos e muitos anos atráz.

Nasceu um menino,

O príncipe da paz.

II

Não nasceu num palácio,

Nem em uma luxuosa moradia,

Nasceu numa manjedoura,

Numa humilde estrebaria.

III

Mal chegara ao mundo,

O superior aos Lordes,

O superior aos Reis,

Deseja-lhe a vida, Herodes.

IV

Mas, um Anjo do Senhor,

Previne a seu pai José,

Que leva para o Egito,

O futuro Jesus de Nazaré.

V

E quando Herodes morreu,

Um Anjo foi lhes avisar,

Que Herodes havia morrido,

Podiam regressar.

VI

Nesta época, tinha Jesus, doze anos.

E no caminho ao passar por um templo,

Resolveu entrar.

Horas depois, seus pais aflitos a o procurar,

Foram encontra-lo aos sábios a ensinar.

VII

Fez muitos milagres,

Há males que curou,

A salvação das almas,

E a Lázaro... a Lázaro... ressuscitou.


VIII

Depois de tanto trabalho,

Tanto ter sofrido,

E mesmo humilhado,

Por Judas foi traído.


IX

Foi então preso,

Levado a julgamento,

Para que os homens

Desse-lhe mais sofrimento.

X

Pôncio Pilatos,

Nenhum delito encontrou,

Lavando suas mãos,

Ao povo o entregou.

XI

Ainda não satisfeitos,

O humilharam ainda mais,

Prenderam-no,

Em lugar de Barrabás.

XII

Pelos Judeus foi espancado,

Mesmo assim não reclamou,

E pelos bens e milagres que fez,

Uma coroa de espinho Ganhou.

XIII

Foi então levado ao calvário,

Para morte de cruz,

E já pregado ao madeiro,

Olha o povo uma vez mais,...

E elevando os olhos aos céus suplica.

Pai perdoa, não sabem o que faz.

XIV

Após Cristo entregar o Espírito ao Pai,

José de Arimatéia o corpo levou,

Baixou seu corpo a sepultura,

E com uma pedra o lacrou.

XV

E ao terceiro dia,

Maria Madalena a Cristo procurou,

E um anjo lhe disse;

“Não está aqui já ressuscitou.”

XVI

Mas os homens desconhecem

Estes grandes fatos,

Lavam suas mãos,

Como fez Pôncio Pilatos.