Autor: Daniel Pereira da Silva (12 de novembro de 2009)
I
Será que tenho algum direito?
Ou alguém luta para o preservar?
Ou todo fumante tem o inquestionável direito,
De não morrer sozinho e me matar?
II
É uma grande guerra,
Que não sabemos quem vai vencer,
O fumante está sempre de arma em punho,
Um cigarro e o isqueiro para o acender.
III
Do outro lado os fiscais prestando muita atenção,
Para que ninguém possa atrapalhar,
Aqueles que em sua inofensiva batalha,
De seu veneno, por todo recanto espalhar.
IV
E também o governo entrincheirado,
Lutando na surdina, escondido,
Para não ver seus ganhos com impostos,
Por culpa destes insensatos não fumantes, perdidos.
V
E nesta luta tão desigual,
São poucos que querem contribuir,
Optam pela morte aos pouco,
Desistiram, não vão mais reagir.
AOS AMANTES DA POESIA
AGRADEÇO SUA PRESENÇA, ESPERO QUE LHE AGRADE. CONTINUO CONTANDO COM SUA VISITA E COMENTÁRIOS,
Obrigado.
VOCÊ É MEU VISITANTE
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QUEM SOU EU?
- Daniel Pereira da Silva
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- SIMPLES E AMANTE DA BOA POESIA
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
SÓ NÓS DOIS.
Autor: Daniel Pereira da Silva (29 de novembro de 2009)
ESTRIBILHO
Ao te ver pela primeira vez,
Meu coração palpitou fortemente,
Sentiu necessidade de você,
E estar junto de você para sempre.
I
Ao caminhar pelos caminhos da vida,
Pedi ao nosso Deus um amor,
Que pudesse caminhar comigo,
Partilhar da alegria e dor.
ESTRIBILHO
Ao te ver pela primeira vez,
Meu coração palpitou fortemente,
Sentiu necessidade de você,
E estar junto de você para sempre.
II
Dividindo minha dor e alegria,
Receber de você amor,
E faze-la(o) sentir meu carinho,
Dar-te felicidade com ardor.
III
E neste momento quero a receber,
Para por toda vida amar,
Faze-la(o) feliz eternamente,
Para só a ti poder embalar.
IV
Sentindo teu perfume em nosso quarto,
Louvando ao nosso Deus,
Por te-la reservado para mim,
Sendo embalado nos braços teus.
ESTRIBILHO
Ao te ver pela primeira vez,
Meu coração palpitou fortemente,
Sentiu necessidade de você,
E estar junto de você para sempre.
I
Ao caminhar pelos caminhos da vida,
Pedi ao nosso Deus um amor,
Que pudesse caminhar comigo,
Partilhar da alegria e dor.
ESTRIBILHO
Ao te ver pela primeira vez,
Meu coração palpitou fortemente,
Sentiu necessidade de você,
E estar junto de você para sempre.
II
Dividindo minha dor e alegria,
Receber de você amor,
E faze-la(o) sentir meu carinho,
Dar-te felicidade com ardor.
III
E neste momento quero a receber,
Para por toda vida amar,
Faze-la(o) feliz eternamente,
Para só a ti poder embalar.
IV
Sentindo teu perfume em nosso quarto,
Louvando ao nosso Deus,
Por te-la reservado para mim,
Sendo embalado nos braços teus.
NOSSA LUTA, NOSSA VIDA.
Auto: Daniel Pereira da Silva (29 de novembro de 2009)
I
Hoje, após um belo dia ensolarado,
Onde o calor não nos permite conforto,
Após tanto trabalho e sofrimento.
Pagando tudo que inventam, dizem não é imposto.
II
Não tenho o salário para o qual contribuí,
Possuo um ventilador comprado na promoção,
Mas de nada me adianta nos dias encalorados,
O governo não tem energia, só apagão.
III
Dizem que nossos impostos é para nosso bem,
Que produzem riquezas para a nação,
Que riquezas são estas, que não produz saúde,
Bem estar, conforto, ou pelo menos educação?
IV
E hoje preciso procurar um médico,
Não tenho plano de saúde,
Entrar nas filas do SUS,é certo.
Primeiro vou encomendar meu ataúde.
V
Preciso cuidar de minha saúde,
O certo é que não sei o que fazer,
Se continuo nesta luta inglória pela vida,
Ou se esqueço, e deixo a vida desvanecer.
Este é o nosso fim
I
Hoje, após um belo dia ensolarado,
Onde o calor não nos permite conforto,
Após tanto trabalho e sofrimento.
Pagando tudo que inventam, dizem não é imposto.
II
Não tenho o salário para o qual contribuí,
Possuo um ventilador comprado na promoção,
Mas de nada me adianta nos dias encalorados,
O governo não tem energia, só apagão.
III
Dizem que nossos impostos é para nosso bem,
Que produzem riquezas para a nação,
Que riquezas são estas, que não produz saúde,
Bem estar, conforto, ou pelo menos educação?
IV
E hoje preciso procurar um médico,
Não tenho plano de saúde,
Entrar nas filas do SUS,é certo.
Primeiro vou encomendar meu ataúde.
V
Preciso cuidar de minha saúde,
O certo é que não sei o que fazer,
Se continuo nesta luta inglória pela vida,
Ou se esqueço, e deixo a vida desvanecer.
Este é o nosso fim
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
SER AMIGO
Autor: Daniel Pereira da Silva (08 de novembro de 2009)
I
O que é ser amigo?
Será uma simples lembrança?
Ou lembrar-se de alguém,
Em momentos de abastança?
II
Será que você pode me chamar assim?
Será que quando você precisou,
Eu cheguei estendendo minhas mãos,
Quando de suas necessidades, você nem falou?
III
Será que estendi minhas mãos,
Porque seu amigo sou,
Ou porque nelas sobravam,
E nunca, nunca me faltou?
IV
Se algum dia por suas necessidades,
Eu abri minhas mãos, dividi contigo,
Tirei das minhas necessidades, da minha família,
Então não tenho dúvidas, sou seu amigo.
V
Mas se isto nunca aconteceu, fico na dúvida.
Se um dia quando este momento chegar,
E se eu não estender minhas mãos,
Negar minha ajuda, por medo de me faltar?
VI
Ser amigo é dar tudo em troca de nada,
Ser amigo é ter prazer de fazer,
Ser amigo é nas horas de aflição,
Dar, sem se preocupar em receber.
FIM
I
O que é ser amigo?
Será uma simples lembrança?
Ou lembrar-se de alguém,
Em momentos de abastança?
II
Será que você pode me chamar assim?
Será que quando você precisou,
Eu cheguei estendendo minhas mãos,
Quando de suas necessidades, você nem falou?
III
Será que estendi minhas mãos,
Porque seu amigo sou,
Ou porque nelas sobravam,
E nunca, nunca me faltou?
IV
Se algum dia por suas necessidades,
Eu abri minhas mãos, dividi contigo,
Tirei das minhas necessidades, da minha família,
Então não tenho dúvidas, sou seu amigo.
V
Mas se isto nunca aconteceu, fico na dúvida.
Se um dia quando este momento chegar,
E se eu não estender minhas mãos,
Negar minha ajuda, por medo de me faltar?
VI
Ser amigo é dar tudo em troca de nada,
Ser amigo é ter prazer de fazer,
Ser amigo é nas horas de aflição,
Dar, sem se preocupar em receber.
FIM
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
FALSOS HERÓIS
Autor:Daniel Pereira da Silva (28/10/2009)
I
Antigamente nossos heróis,
Eram homens fortes, valentes,
Que além da força física e exemplos,
Honravam seus descendentes.
II
Hoje quando pensamos ter um herói,
Em alguns dias com o passar do tempo,
Vem à tona nossa desilusão,
Nosso herói é palha, levado pelo vento.
III
Pelo vento desta vida de hoje,
Que o errado é certo e o certo é amoral,
Carregando nossos jovens e adolescentes,
Que começa com brisas e termina em vendaval.
IV
Um vendaval que destrói famílias,
Acabando com muitos casamentos,
E trás aos filhos o terror da separação,
Incrustando em suas mentes estes péssimos exemplos.
V
Vemos grandes vencedores se perder,
Não conseguem ter um comportamento ético,
E caem nas armadilhas desta vida,
Cometendo erros que os tornam patéticos.
VI
Grandes vencedores, verdadeiros campeões,
Que caem diante de drogas e orgias,
Não tem senso do correto e caem,
São presas fáceis das aparências destes dias.
VII
Uns com seus feitos e vitórias,
Deixam-nos extasiados,
Mas sucumbem diante da vida,
Trazem-nos tristeza, são derrotados.
VIII
São derrotados por não conhecer um caminho,
Diferente daquele que sempre andou,
Para continuar sendo campeão, um vencedor,
Um novo caminho, onde não foi só um que falhou.
IX
É preciso olhar a estrada que é longa,
E parece aos nossos olhos, não ter fim.
Iniciar esta nova e longa caminhada,
Que parece não acabar, na vida é assim.
X
Aparecem então os heróis anônimos,
Lutadores, sem fama conhecer, vencedores,
Que construíram os grandes pedestais,
Onde colocaram os falsos heróis, hoje perdedores.
Heróis sem fama, vencedores, alguns pais,
Nossos verdadeiros heróis, campeões, ganhadores.
I
Antigamente nossos heróis,
Eram homens fortes, valentes,
Que além da força física e exemplos,
Honravam seus descendentes.
II
Hoje quando pensamos ter um herói,
Em alguns dias com o passar do tempo,
Vem à tona nossa desilusão,
Nosso herói é palha, levado pelo vento.
III
Pelo vento desta vida de hoje,
Que o errado é certo e o certo é amoral,
Carregando nossos jovens e adolescentes,
Que começa com brisas e termina em vendaval.
IV
Um vendaval que destrói famílias,
Acabando com muitos casamentos,
E trás aos filhos o terror da separação,
Incrustando em suas mentes estes péssimos exemplos.
V
Vemos grandes vencedores se perder,
Não conseguem ter um comportamento ético,
E caem nas armadilhas desta vida,
Cometendo erros que os tornam patéticos.
VI
Grandes vencedores, verdadeiros campeões,
Que caem diante de drogas e orgias,
Não tem senso do correto e caem,
São presas fáceis das aparências destes dias.
VII
Uns com seus feitos e vitórias,
Deixam-nos extasiados,
Mas sucumbem diante da vida,
Trazem-nos tristeza, são derrotados.
VIII
São derrotados por não conhecer um caminho,
Diferente daquele que sempre andou,
Para continuar sendo campeão, um vencedor,
Um novo caminho, onde não foi só um que falhou.
IX
É preciso olhar a estrada que é longa,
E parece aos nossos olhos, não ter fim.
Iniciar esta nova e longa caminhada,
Que parece não acabar, na vida é assim.
X
Aparecem então os heróis anônimos,
Lutadores, sem fama conhecer, vencedores,
Que construíram os grandes pedestais,
Onde colocaram os falsos heróis, hoje perdedores.
Heróis sem fama, vencedores, alguns pais,
Nossos verdadeiros heróis, campeões, ganhadores.
sábado, 31 de outubro de 2009
UM AMIGO, NOSSO CONTRATO
Autor: Daniel Pereira da Silva (outubro de 2009)
I
Nosso contrato de amizade,
Não pode estar sujeito ao tempo,
Ele não pode simplesmente ter um fim,
E poder ser jogado ao relento.
II
Nossa amizade supera nossas discordâncias,
Eu preciso ser seu amigo, enquanto viver.
Ela supera toda e qualquer divergência,
Me faz ver nossas diferenças, e entender.
III
Tua amizade amigo(a), precisa ser valorizada,
Mesmo quando estás em silêncio, calado(a).
Preciso ficar sempre muito atento,
Para no seu silêncio, ser ensinado(a).
III
Quando você defender seu ponto de vista, acalorado(a).
Não devo interrompê-lo em nenhum momento,
E prestar muita atenção, com selo e carinho,
Para não perder, no seu ponto de vista, um ensinamento.
IV
Preciso cultivar sua amizade,
Para que jamais venha a morrer,
Pois ela é muito importante para mim,
De maneira nenhuma, a posso perder.
V
Preciso te entender e conhecê-lo(a), ainda melhor,
Não posso perder este relacionamento contigo,
Pois nesta vida, se existe algo tão raro,
É poder dizer sem medo de errar, meu amigo.
I
Nosso contrato de amizade,
Não pode estar sujeito ao tempo,
Ele não pode simplesmente ter um fim,
E poder ser jogado ao relento.
II
Nossa amizade supera nossas discordâncias,
Eu preciso ser seu amigo, enquanto viver.
Ela supera toda e qualquer divergência,
Me faz ver nossas diferenças, e entender.
III
Tua amizade amigo(a), precisa ser valorizada,
Mesmo quando estás em silêncio, calado(a).
Preciso ficar sempre muito atento,
Para no seu silêncio, ser ensinado(a).
III
Quando você defender seu ponto de vista, acalorado(a).
Não devo interrompê-lo em nenhum momento,
E prestar muita atenção, com selo e carinho,
Para não perder, no seu ponto de vista, um ensinamento.
IV
Preciso cultivar sua amizade,
Para que jamais venha a morrer,
Pois ela é muito importante para mim,
De maneira nenhuma, a posso perder.
V
Preciso te entender e conhecê-lo(a), ainda melhor,
Não posso perder este relacionamento contigo,
Pois nesta vida, se existe algo tão raro,
É poder dizer sem medo de errar, meu amigo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
A DROGA
Autor: Daniel Pereira da Silva (25/10/2009)
I
Os noticiários informam a todo instante,
A sociedade não sabe o que fazer,
E nossas autoridades omissas,
Ficam olhando o inocente morrer.
II
O chefe de família que vê o filho,
Bebendo uma cervejinha, se drogando,
Com aquiescência de nosso governo,
Usam o álcool, droga legal, e acabam matando.
III
Matam no transito dirigindo embriagado,
Provocando acidentes de toda sorte,
Que quando não somente deixam inválidos,
Levam a muitos, prematuramente, a morte.
IV
E não é somente a droga legal,
Mas também uma outra qualquer,
Que vão destruindo vidas,
Tanto de homem quanto de mulher.
V
Vidas na flor da mocidade,
Que ao país pode fazer crescer,
Mas por causa das drogas,
Bem cedo vão morrer.
VI
Vão morrer, por que as autoridades,
Assim como nossos legisladores,
Não tem nenhum interesse,
Em livrar as vidas destes horrores.
VII
O drogado legal se inicia no álcool,
E cada dia procura droga mais forte,
Não se preocupa com sua vida,
Não importa, leva sua vida ou de outro, a morte.
VIII
Mas o que é isto para nossos legisladores,
O executivo o que pode fazer?
Homens que estão a serviço nas ruas,
Sem as mínimas condições, destinados a morrer.
IX
E a família destes envolvidos no vício,
Que não tem recurso para tratar do drogado,
Vivem lutando de maneira desigual,
Tentando mudar este quadro.
X
Mas enquanto nossas autoridades,
Deste jeito, assim, calados.
Continuarem omissos continuaremos a ver,
Policiais por terra ou ar, sendo derrubados.
XI
E a família de cada um,
Tanto do policial quanto do viciado,
Sofrendo grande e terrível dor,
Continuarão esquecidos, abandonados.
XII
E esta luta inglória de todo ser do bem,
Que trava esta luta de sempre, e incessante,
Sem ter forças e condições para o combate direto,
Sucumbir diante da inércia de nossos governantes.
XIII
E os familiares do viciado,
Tentando de qualquer jeito resolver,
Sucumbe a este luta desigual,
A quem ele vai matar? Ou morrer?
XIV
Será que aos próprios pais?
Um amigo ou mesmo namorada?
Vamos pagar para ver?
Enquanto quem pode não faz nada?
XV
Enquanto nas ruas e praças,
Tem drogas de sobra para vender,
Aqueles que deveriam atacar, legislar,
Nada fazem para encarar de frente, combater.
XVI
Deixam homens com armas de pequeno calibre,
Procurando primeiro se defender,
Enfrentarem metralhadoras, Ar15 e antiaéreas,
Sabendo que a luta é inglória, não tem como vencer.
XVII
E as esposas e filhos destes homens,
Que não sabem se em casa vão chegar,
Se poderão em seus braços recebê-los,
Ou se vão sair de casa para os enterrar.
XVIII
Duas famílias que sofrem com as drogas,
Uma tentando tirar os seus do vício,
A outra no combate ao trafego em desespero,
Sabem que está luta não tem fim, está no início.
XIX
Quando morre alguém em qualquer um dos lados,
Todos nós sabemos, para um lado a luta acabou,
Do outro lado isto não acontece,
E preciso continuar vivendo, e para isto a luta começou.
XX
Porém se nossas leis não mudarem,
Se não tiverem forças para punir,
Não adianta nós irmos à luta,
Ela é inglória, vamos sucumbir.
I
Os noticiários informam a todo instante,
A sociedade não sabe o que fazer,
E nossas autoridades omissas,
Ficam olhando o inocente morrer.
II
O chefe de família que vê o filho,
Bebendo uma cervejinha, se drogando,
Com aquiescência de nosso governo,
Usam o álcool, droga legal, e acabam matando.
III
Matam no transito dirigindo embriagado,
Provocando acidentes de toda sorte,
Que quando não somente deixam inválidos,
Levam a muitos, prematuramente, a morte.
IV
E não é somente a droga legal,
Mas também uma outra qualquer,
Que vão destruindo vidas,
Tanto de homem quanto de mulher.
V
Vidas na flor da mocidade,
Que ao país pode fazer crescer,
Mas por causa das drogas,
Bem cedo vão morrer.
VI
Vão morrer, por que as autoridades,
Assim como nossos legisladores,
Não tem nenhum interesse,
Em livrar as vidas destes horrores.
VII
O drogado legal se inicia no álcool,
E cada dia procura droga mais forte,
Não se preocupa com sua vida,
Não importa, leva sua vida ou de outro, a morte.
VIII
Mas o que é isto para nossos legisladores,
O executivo o que pode fazer?
Homens que estão a serviço nas ruas,
Sem as mínimas condições, destinados a morrer.
IX
E a família destes envolvidos no vício,
Que não tem recurso para tratar do drogado,
Vivem lutando de maneira desigual,
Tentando mudar este quadro.
X
Mas enquanto nossas autoridades,
Deste jeito, assim, calados.
Continuarem omissos continuaremos a ver,
Policiais por terra ou ar, sendo derrubados.
XI
E a família de cada um,
Tanto do policial quanto do viciado,
Sofrendo grande e terrível dor,
Continuarão esquecidos, abandonados.
XII
E esta luta inglória de todo ser do bem,
Que trava esta luta de sempre, e incessante,
Sem ter forças e condições para o combate direto,
Sucumbir diante da inércia de nossos governantes.
XIII
E os familiares do viciado,
Tentando de qualquer jeito resolver,
Sucumbe a este luta desigual,
A quem ele vai matar? Ou morrer?
XIV
Será que aos próprios pais?
Um amigo ou mesmo namorada?
Vamos pagar para ver?
Enquanto quem pode não faz nada?
XV
Enquanto nas ruas e praças,
Tem drogas de sobra para vender,
Aqueles que deveriam atacar, legislar,
Nada fazem para encarar de frente, combater.
XVI
Deixam homens com armas de pequeno calibre,
Procurando primeiro se defender,
Enfrentarem metralhadoras, Ar15 e antiaéreas,
Sabendo que a luta é inglória, não tem como vencer.
XVII
E as esposas e filhos destes homens,
Que não sabem se em casa vão chegar,
Se poderão em seus braços recebê-los,
Ou se vão sair de casa para os enterrar.
XVIII
Duas famílias que sofrem com as drogas,
Uma tentando tirar os seus do vício,
A outra no combate ao trafego em desespero,
Sabem que está luta não tem fim, está no início.
XIX
Quando morre alguém em qualquer um dos lados,
Todos nós sabemos, para um lado a luta acabou,
Do outro lado isto não acontece,
E preciso continuar vivendo, e para isto a luta começou.
XX
Porém se nossas leis não mudarem,
Se não tiverem forças para punir,
Não adianta nós irmos à luta,
Ela é inglória, vamos sucumbir.
sábado, 8 de agosto de 2009
PAPAI
Autor: Daniel Pereira da Silva (12 de agosto 1984)
I
Papai, tu és instrumento,
Instrumento de nosso Deus,
Pois recebeste a missão,
De ensinar aos filhos seus.
II
Todo teu trabalho,
Dedicação e amor,
Um dia há de brilhar,
Na obra Santa do Senhor.
III
Embora não deixasse transparecer,
Tu tinhas todo dia muita preocupação,
E durante estes momentos,
Tú eras como o pai de Sansão.
IV
Tú lembras meu pai?
O que Manuá foi a Deus Rogar?
No livro de Juizes cap.3 vers.8,
Muito claro escrito está.
V
Manuá dobrou seus joelhos,
E a Deus começar a orar,
Senhor, mande-me o anjo,
Para que fale como ao menino criar.
VI
E Manuá por Deus foi atendido,
Sem dúvida creio que tua oração,
Chegou ao trono da graça,
Fazendo de mim um servo, um cristão.
VII
Imagino as tuas lágrimas,
Quando estavas em sofrimento,
Mas nunca vi em tua face,
Por ser pai, o arrependimento.
VIII
E ao imaginar teu soluçar,
Meu coração começa a arder,
Lembrando-me de Gênesis cap.37 Vers. 35,
Que relata de Jacó o sofrer.
IX
Relata como sofreu Jacó,
Ao da morte de José saber,
Teve grande sofrimento,
E quis com seu filho a sepultura descer.
X
Mas uma missão Deus deu aos pais,
Que Lá na Bíblia escrito está.
O filho jamais esquecerá o caminho,
Que foi ensinado a andar.
XI
Por tudo isto papai,
Pelos ensinamentos seus,
Pelo caminho que me ensinaste,
Hoje dou graças a Deus.
FIM
I
Papai, tu és instrumento,
Instrumento de nosso Deus,
Pois recebeste a missão,
De ensinar aos filhos seus.
II
Todo teu trabalho,
Dedicação e amor,
Um dia há de brilhar,
Na obra Santa do Senhor.
III
Embora não deixasse transparecer,
Tu tinhas todo dia muita preocupação,
E durante estes momentos,
Tú eras como o pai de Sansão.
IV
Tú lembras meu pai?
O que Manuá foi a Deus Rogar?
No livro de Juizes cap.3 vers.8,
Muito claro escrito está.
V
Manuá dobrou seus joelhos,
E a Deus começar a orar,
Senhor, mande-me o anjo,
Para que fale como ao menino criar.
VI
E Manuá por Deus foi atendido,
Sem dúvida creio que tua oração,
Chegou ao trono da graça,
Fazendo de mim um servo, um cristão.
VII
Imagino as tuas lágrimas,
Quando estavas em sofrimento,
Mas nunca vi em tua face,
Por ser pai, o arrependimento.
VIII
E ao imaginar teu soluçar,
Meu coração começa a arder,
Lembrando-me de Gênesis cap.37 Vers. 35,
Que relata de Jacó o sofrer.
IX
Relata como sofreu Jacó,
Ao da morte de José saber,
Teve grande sofrimento,
E quis com seu filho a sepultura descer.
X
Mas uma missão Deus deu aos pais,
Que Lá na Bíblia escrito está.
O filho jamais esquecerá o caminho,
Que foi ensinado a andar.
XI
Por tudo isto papai,
Pelos ensinamentos seus,
Pelo caminho que me ensinaste,
Hoje dou graças a Deus.
FIM
sexta-feira, 24 de julho de 2009
A HISTÓRIA DE ALGUÉM
Autor: Daniel Pereira da Silva (14/05/2009)
Nós hoje somos jovens, mas já fomos neném, criança e adolescente. Amanhã seremos pais, a seguir avós. Que muitos chamarão de idosos. E é ai que podemos imaginar a carreira de um idoso. O que ele pode nos contar?
I
Um dia estava no ventre de minha mãe,
Todos alegres por que eu estava a caminho, ia chegar.
Muitos sorrisos, escolha e sugestões de nome,
Todos queriam fazer alguma coisa, um jeito de ajudar.
II
Queriam conversar comigo estando eu no ventre,
Eu ouvia, não sabia falar nem tão pouco responder.
E se o fizesse não poderiam me ouvir,
E talvez que sabe? Não iriam me entender.
III
Mas chegou o grande e esperado dia,
Eu nasci trazendo muita alegria, todos a sorrir,
Minha mãe que sofreu tanto durante a gestação,
Fazia de tudo para sua alegria exprimir.
IV
Todos queriam pelo menos por um momento,
Ter-me no colo, ansiavam por esta criança embalar.
Comecei a descobrir as coisas, ficando ansiosa,
Tudo que estava por perto, lá ia a mão para pegar.
V
Diziam que eu era muito esperta
Começaram muitas coisas me ensinar,
Balbuciar as primeiras palavras,
E até queriam me ver sentar.
VI
Comecei a engatinhar balbuciar algumas palavras,
Na família e familiares só alegria e admiração.
Mas o que ninguém pensava, nem imaginava,
É que um dia eu teria a minha vida e nela decepção.
VII
Fui crescendo, estudando e me transformando,
Criança, depois adolescente jovem e adulto,
Casei-me, tive filhos, criei-os dando saúde e educação,
Transformei-os em doutores, catedráticos, cultos.
VII
Eles então foram cuidar de suas vidas,
Nisto tenho alegria sem fim,
Mas tudo que fiz por todos eles,
Fiz por cada um deles, não para mim.
VII
Agora virão os neto, e terei outras alegrias,
A alegria de pega-los no colo, alegria de vó.
Já antevejo eles correndo pela casa brincando,
Preenchendo o vazio desta casa, não estarei só.
VIII
Mas não posso esquecer em momento algum,
Que neste momento, é outra a realidade,
Trabalhei, criei os filhos, os filhos dos filhos,
E hoje só existe uma verdade.
IX
Sou pessoa de idade avançada, aposentada,
Que ajudei com o meu trabalho este país crescer.
Para o governo isto não vale nada,
Não tenho mais utilidade, não posso mais nada fazer.
X
Para meus filhos e meus netos, não há diferença,
Não tenho nada que os possa interessar,
E eu consciente desta dura realidade,
Fico aqui, neste lugar, vendo o tempo passar.
XI
O tempo que outrora passava rápido demais,
Hoje se arrasta... não quer passar...
Talvez por que hoje seja dia de visita,
Estou ansiosa esperando a minha chegar.
XII
Há ... esqueci de dizer, já arrumei a mesa,
Coloquei as cadeiras e estou bem perfumada,
Não sei por que estou preocupada e ansiosa,
Já olhei várias vezes, a mesa esta arrumada.
XIII
Estou muito preocupada, minha visita não chegou?
Preciso ter notícias, preciso sair e perguntar a alguém,
E pensando nisso, vou até a porta e pergunto, e a minha visita?
Por que você espera? Há anos não vem ninguém.
XIV
Eu sou uma pessoa idosa, toda vida dei carinho,
Hoje estou sofrendo neste lugar, sozinha,
Não entendo esta violência contra uma pessoa,
Que aguarda a morte que se avizinha.
XVI
Talvez pensem que violência,
É espancar ou deixar sem cuidados morrer,
Mas violência não é somente isso,
É também tirar o prazer de viver.
XVII
Violência é colocar em um local,
Onde possa ter do bom e do melhor,
Deixar abandonada sem sentir nem um remorso,
Não se preocupar com sua solidão, é não sentir Dó.
XVIII
Quando ainda neném queriam me ouvir falar,
Mas eu não sabia, e não podiam compreender,
Hoje eu sei falar quero falar conversar com alguém,
Mas nada disso interessa, eles não querem saber.
XIX
Gostaria de conversar, falar do que sempre me orgulhei,
Dos trabalhos de minhas mãos, que hoje tremem sem força,
Homens e mulheres que saíram de minhas intranhas,
Sentem vergonha de mim, envelheci, não sou mais moça.
XX
Mas um dia não muito distante, eles chegarão a minha idade,
Aí então descobrirão, o que fizeram comigo, e quanta violência,
Que precisam o que não me deram na minha velhice,
O que eu mais precisava, muito carinho, muito amor e paciência.
Que pena, não há mais tempo para corrigir, meu tempo acabou.
Nós hoje somos jovens, mas já fomos neném, criança e adolescente. Amanhã seremos pais, a seguir avós. Que muitos chamarão de idosos. E é ai que podemos imaginar a carreira de um idoso. O que ele pode nos contar?
I
Um dia estava no ventre de minha mãe,
Todos alegres por que eu estava a caminho, ia chegar.
Muitos sorrisos, escolha e sugestões de nome,
Todos queriam fazer alguma coisa, um jeito de ajudar.
II
Queriam conversar comigo estando eu no ventre,
Eu ouvia, não sabia falar nem tão pouco responder.
E se o fizesse não poderiam me ouvir,
E talvez que sabe? Não iriam me entender.
III
Mas chegou o grande e esperado dia,
Eu nasci trazendo muita alegria, todos a sorrir,
Minha mãe que sofreu tanto durante a gestação,
Fazia de tudo para sua alegria exprimir.
IV
Todos queriam pelo menos por um momento,
Ter-me no colo, ansiavam por esta criança embalar.
Comecei a descobrir as coisas, ficando ansiosa,
Tudo que estava por perto, lá ia a mão para pegar.
V
Diziam que eu era muito esperta
Começaram muitas coisas me ensinar,
Balbuciar as primeiras palavras,
E até queriam me ver sentar.
VI
Comecei a engatinhar balbuciar algumas palavras,
Na família e familiares só alegria e admiração.
Mas o que ninguém pensava, nem imaginava,
É que um dia eu teria a minha vida e nela decepção.
VII
Fui crescendo, estudando e me transformando,
Criança, depois adolescente jovem e adulto,
Casei-me, tive filhos, criei-os dando saúde e educação,
Transformei-os em doutores, catedráticos, cultos.
VII
Eles então foram cuidar de suas vidas,
Nisto tenho alegria sem fim,
Mas tudo que fiz por todos eles,
Fiz por cada um deles, não para mim.
VII
Agora virão os neto, e terei outras alegrias,
A alegria de pega-los no colo, alegria de vó.
Já antevejo eles correndo pela casa brincando,
Preenchendo o vazio desta casa, não estarei só.
VIII
Mas não posso esquecer em momento algum,
Que neste momento, é outra a realidade,
Trabalhei, criei os filhos, os filhos dos filhos,
E hoje só existe uma verdade.
IX
Sou pessoa de idade avançada, aposentada,
Que ajudei com o meu trabalho este país crescer.
Para o governo isto não vale nada,
Não tenho mais utilidade, não posso mais nada fazer.
X
Para meus filhos e meus netos, não há diferença,
Não tenho nada que os possa interessar,
E eu consciente desta dura realidade,
Fico aqui, neste lugar, vendo o tempo passar.
XI
O tempo que outrora passava rápido demais,
Hoje se arrasta... não quer passar...
Talvez por que hoje seja dia de visita,
Estou ansiosa esperando a minha chegar.
XII
Há ... esqueci de dizer, já arrumei a mesa,
Coloquei as cadeiras e estou bem perfumada,
Não sei por que estou preocupada e ansiosa,
Já olhei várias vezes, a mesa esta arrumada.
XIII
Estou muito preocupada, minha visita não chegou?
Preciso ter notícias, preciso sair e perguntar a alguém,
E pensando nisso, vou até a porta e pergunto, e a minha visita?
Por que você espera? Há anos não vem ninguém.
XIV
Eu sou uma pessoa idosa, toda vida dei carinho,
Hoje estou sofrendo neste lugar, sozinha,
Não entendo esta violência contra uma pessoa,
Que aguarda a morte que se avizinha.
XVI
Talvez pensem que violência,
É espancar ou deixar sem cuidados morrer,
Mas violência não é somente isso,
É também tirar o prazer de viver.
XVII
Violência é colocar em um local,
Onde possa ter do bom e do melhor,
Deixar abandonada sem sentir nem um remorso,
Não se preocupar com sua solidão, é não sentir Dó.
XVIII
Quando ainda neném queriam me ouvir falar,
Mas eu não sabia, e não podiam compreender,
Hoje eu sei falar quero falar conversar com alguém,
Mas nada disso interessa, eles não querem saber.
XIX
Gostaria de conversar, falar do que sempre me orgulhei,
Dos trabalhos de minhas mãos, que hoje tremem sem força,
Homens e mulheres que saíram de minhas intranhas,
Sentem vergonha de mim, envelheci, não sou mais moça.
XX
Mas um dia não muito distante, eles chegarão a minha idade,
Aí então descobrirão, o que fizeram comigo, e quanta violência,
Que precisam o que não me deram na minha velhice,
O que eu mais precisava, muito carinho, muito amor e paciência.
Que pena, não há mais tempo para corrigir, meu tempo acabou.
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