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sexta-feira, 9 de abril de 2010

TUA AMIZADE

Autor: Daniel Pereira da Silva (02 de novembro de 2009)
I
Hoje estou mais uma vez, lembrando-me de você,
De sua amizade, de nossa amizade, como começou,
Começou de maneira simples e até um pouco acanhada,
E pensando nisto penso, por que não terminou?

II
Não terminou, por que você teve paciência,
Aos meus defeitos que são tantos, fingiu não ver,
Procurou olhar minhas poucas virtudes,
Dando-me chances de auto-análise para crescer.

III
Com sua paciência zelo e afeto,
Penso, não mereço a distinção de amigo,
Mas quero poder te dar minha amizade,
Espero poder continuar contando contigo.

IV
E ao conseguir te dar minha amizade,
Estreitar este laço de afeto contigo,
E poder alargar meus relacionamentos,
E chegar ao status de um grande amigo.

V
Você é muito especial para mim,
Um amigo(a) que mora no meu coração,
E eu gostaria de atingir este status,
Ser seu amigo, sem distinção.

FIM

sábado, 20 de março de 2010

Uma mulher

Autor: Daniel Pereira da Silva (20 de março de 2010)

I
Se eu pudesse apresentar,
Todas as características desta mulher,
Muitos achariam que exagero,
Dizendo que é igual à outra qualquer.

II
E isto só quer dizer uma coisa,
Não sabem o que querem dizer,
Nem tem uma pessoa, a mulher,
Que possa completar o seu ser.

III
Uma mulher que não seja apenas isto,
Mas aquela que te completa,
Que nos momentos difíceis,
É tudo pra você, é a predileta.

IV
Aquela que quando estás amargurado,
Sabe através de seu olhar,
Chegar ao teu coração através dos teus olhos,
E sabe as palavras corretas para te acalmar.

V
Que sabe quando você precisa de carinho,
Esta mulher que parece não existir,
Parece que sempre tem a dose certa,
Para torná-lo alegre fazendo-o sorrir.

VI
Tenho certeza, esta mulher eu tenho,
Que me conhece por dentro e por fora,
Conseguindo acalmar meu coração,
Quando penso que não tem jeito, a qualquer hora.

VII
Por isso meu coração se derrama,
Ao ver no seu rosto o sorriso estampar,
Imaginando que por este mundo a fora,
Não há nada mais bonito para meu coração alegrar.

VIII
Será que posso dizer seu nome?
Sem as outras mulheres ferir?
Ou mesmo as aborrecê-las?
Mas posso mostrar, no coração, ela mora aqui.

FIM

terça-feira, 16 de março de 2010

LÁGRIMAS

Autor: Daniel Pereira da Silva (15 de março de 2010)
I
Às vezes com pensamento vagando,
Tentando em alguma coisa solida pensar,
Coisas que estão ocupando minha mente,
E outros possam ver quem sabe? Apalpar.

II
E com os olhos perdidos no horizonte,
Olhando o invisível, só eu a contemplar,
Como se meus olhos tivessem fechados,
E somente com a mente eu pudesse enxergar.

III
Um dia de chuva o céu totalmente escuro,
Vai acabando o dia vem chegando o entardecer,
Do outro lado das nuvens escuras e nebulosas,
Está o céu, e o sol no horizonte a descer.

IV
E ao ver esta beleza que me faz sorrir,
Traz-me a alma tão grande alegria,
Que o rosto começa a molhar,
Com alegres lágrimas que pelo rosto descia.

V
Mas estas lágrimas que eram de alegria,
Entram em contraste com a realidade da vida,
Por muitos que não conseguem verte-las,
Que por ter um coração amargurado, são contidas.

VI
Lagrimas de tristeza ou alegria,
Seja um pouquinho ou um bocado,
Chorando ou mesmo sorrindo,
É melhor do que um coração amargurado.

VII
O coração que é capaz de reter lagrima,
É incapaz de com sinceridade sorrir,
Não terá alegria que faça lagrima descer,
Nem tristeza que possa a lágrima permitir.

sábado, 6 de março de 2010

BULLYING

Autor: Daniel Pereira da Silva (06 de março de 2010)

I
Qual seria o nome desta praga,
Que hoje existe até nas faculdades,
Só que conheço sombaria,humilhação.
Que trazem grandes dificuldades.

II
Hoje estes tipos de humilhação,
São feitas diante de qualquer pessoa,
De forma e maneira tão violenta,
Que levam alguns a sepultura, à toa.

III
A direção das escolas,
E mesmo nossas autoridades,
Não tomam a mínima providência,
E todos os anos se ver as mesmas barbaridades.

IV
Pais e colegas perdem filhos e amigos,
Com os praticantes, aos semelhantes humilhando,
Seja com o nome que for encarnação ou Bullying,
Todo ano tem família a um sonho enterrando.

V
E vemos a princesa Aiko de apenas oito anos,
Tentando estudar para cultura adquirir,
Debaixo destas humilhações,
Amedrontada, com medo, não podendo sorrir.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

DESEJOS DO CORAÇÃO

Autor: Daniel Pereira da Silva (25 de dezembro de 2009)

Sl 10.3 Pois o ímpio gloria-se do desejo do seu coração, e o que é dado à rapina despreza e maldiz o Senhor.

I
Pelo que acabamos de ler,
Diz as Sagradas escrituras,
Que o coração tem desejos,
Isto acontece com todos nós, criaturas.

II
Não apenas em nossa mente,
Que podemos uma coisa imaginar,
E nos esforçamos parar torná-la real,
Nos esforçando para aquilo realizar.

III
Outras coisas nascem no coração,
E podem chegar até a mente,
E então seja ela boa ou ruim,
Agiremos como sábio ou demente.

IV
Mas tudo isto é escolha de cada um,
Se somos de Deus, perfeita criatura,
O que vamos projetar em nosso pensamento,
Será perfeito, e não loucura.

V
A ciência já tem comprovado,
O coração pode pensamentos guardar,
E em algum dia da vida, chegará na mente,
Aquilo que está no coração, vai se realizar.

VI
Já nos contou os noticiários,
Que um suicida, do coração foi doador,
Deixando uma bela viúva,
Que acabou se casando com o receptor.

VII
E os tempos se passaram
E aquela bela mulher , mais uma vez viúva Ficou,
Aquele que tinha o coração de seu ex-marido,
Da mesma maneira a enviuvou.

VIII
E mais uma vez o noticiário,
Faz ver que o coração pode pensar e armazenar,
O receptor não gostava de certo biscoito, o doador sim,
com o novo coração, só quer daquele biscoito,
Mudou seu paladar.

IX
Precisamos ter cuidados especiais,
Com pensamento que nascem no coração,
Que podem na nossa mente chegar,
transformam-se em projetos, podem ser bom ou não.

X
Também não é diferente os projetos,
Que podem nascer com o olhar,
Subir ao alto de nossa mente,
E sem uma análise consciente, realizar.

XI
E a ciência continua estudando,
Procurando como isto pode chegar,
Ao coração a e outros orgãos também,
E chamaram a isto, de memória celular.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

NÃO SOU FUMANTE

Autor: Daniel Pereira da Silva (12 de novembro de 2009)

I
Será que tenho algum direito?
Ou alguém luta para o preservar?
Ou todo fumante tem o inquestionável direito,
De não morrer sozinho e me matar?

II
É uma grande guerra,
Que não sabemos quem vai vencer,
O fumante está sempre de arma em punho,
Um cigarro e o isqueiro para o acender.

III
Do outro lado os fiscais prestando muita atenção,
Para que ninguém possa atrapalhar,
Aqueles que em sua inofensiva batalha,
De seu veneno, por todo recanto espalhar.

IV
E também o governo entrincheirado,
Lutando na surdina, escondido,
Para não ver seus ganhos com impostos,
Por culpa destes insensatos não fumantes, perdidos.

V
E nesta luta tão desigual,
São poucos que querem contribuir,
Optam pela morte aos pouco,
Desistiram, não vão mais reagir.

domingo, 29 de novembro de 2009

SÓ NÓS DOIS.

Autor: Daniel Pereira da Silva (29 de novembro de 2009)

ESTRIBILHO
Ao te ver pela primeira vez,
Meu coração palpitou fortemente,
Sentiu necessidade de você,
E estar junto de você para sempre.

I
Ao caminhar pelos caminhos da vida,
Pedi ao nosso Deus um amor,
Que pudesse caminhar comigo,
Partilhar da alegria e dor.

ESTRIBILHO
Ao te ver pela primeira vez,
Meu coração palpitou fortemente,
Sentiu necessidade de você,
E estar junto de você para sempre.

II
Dividindo minha dor e alegria,
Receber de você amor,
E faze-la(o) sentir meu carinho,
Dar-te felicidade com ardor.

III
E neste momento quero a receber,
Para por toda vida amar,
Faze-la(o) feliz eternamente,
Para só a ti poder embalar.

IV
Sentindo teu perfume em nosso quarto,
Louvando ao nosso Deus,
Por te-la reservado para mim,
Sendo embalado nos braços teus.

NOSSA LUTA, NOSSA VIDA.

Auto: Daniel Pereira da Silva (29 de novembro de 2009)


I
Hoje, após um belo dia ensolarado,
Onde o calor não nos permite conforto,
Após tanto trabalho e sofrimento.
Pagando tudo que inventam, dizem não é imposto.

II
Não tenho o salário para o qual contribuí,
Possuo um ventilador comprado na promoção,
Mas de nada me adianta nos dias encalorados,
O governo não tem energia, só apagão.

III
Dizem que nossos impostos é para nosso bem,
Que produzem riquezas para a nação,
Que riquezas são estas, que não produz saúde,
Bem estar, conforto, ou pelo menos educação?

IV
E hoje preciso procurar um médico,
Não tenho plano de saúde,
Entrar nas filas do SUS,é certo.
Primeiro vou encomendar meu ataúde.

V
Preciso cuidar de minha saúde,
O certo é que não sei o que fazer,
Se continuo nesta luta inglória pela vida,
Ou se esqueço, e deixo a vida desvanecer.

Este é o nosso fim

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

SER AMIGO

Autor: Daniel Pereira da Silva (08 de novembro de 2009)

I
O que é ser amigo?
Será uma simples lembrança?
Ou lembrar-se de alguém,
Em momentos de abastança?

II
Será que você pode me chamar assim?
Será que quando você precisou,
Eu cheguei estendendo minhas mãos,
Quando de suas necessidades, você nem falou?

III
Será que estendi minhas mãos,
Porque seu amigo sou,
Ou porque nelas sobravam,
E nunca, nunca me faltou?

IV
Se algum dia por suas necessidades,
Eu abri minhas mãos, dividi contigo,
Tirei das minhas necessidades, da minha família,
Então não tenho dúvidas, sou seu amigo.

V
Mas se isto nunca aconteceu, fico na dúvida.
Se um dia quando este momento chegar,
E se eu não estender minhas mãos,
Negar minha ajuda, por medo de me faltar?

VI
Ser amigo é dar tudo em troca de nada,
Ser amigo é ter prazer de fazer,
Ser amigo é nas horas de aflição,
Dar, sem se preocupar em receber.
FIM